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Prefeitos querem fechar as prefeituras por dois dias - GREVE
Essa atitude de alguns prefeitos do nosso estado estarem querendo fechar as portas das prefeituras por dois dias para protestar contra a diminuição do repasse do FPM é brincadeira de mau gosto com os cidadãos que elegeram esses representantes. Ao invés desses prefeitos estarem querendo fechar as prefeituras, eles deveriam estar pensando em arranjar uma solução criativa para escapar dessa situação. Acredito numa saída para esses municípios, desde que os gestores estejam dispostos a cortar suas regalias e de seus apadrinhados. O que nós mais vemos nos pequenos municípios que estão chorando o leite derramado é a falta de compromisso de seus gestores com o dinheiro público. Quantos desses prefeitos estão aplicando os recursos repassados pelo Estado e União de forma racional? Quantos desses prefeitos tiveram enrequicimento após assumirem as prefeituras? Quantos desses prefeitos tem parentes mamando nas tetas do município? Sendo assim, seria muito bom que essa turma pensasse mais no que fazer e esquecessem esse tipo de greve que termina sobrando para o povo. Nós já estamos cheios dessas ações folclóricas, queremos responsabilidade nos gastos públicos, pois se esses gestores tivessem não estariam criando esse movimento que beira o rídiculo. Acordem para Jesus senhores prefeitos e sigam o exemplo do prefeito de Janduís, Salomão Gurgel, que desde quando se anunciou a redução do repasse vem criando mecanismos para solucionar a falta de recursos para pagar o funcionalismo e fazer o município caminhar para frente. Extraído do blog de Gutemberg Dias
Escrito por Salomão Gurgel às 19h27
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O papel e a importância dos médicos na sociedade
Por que será que os médicos, em geral, trabalham tanto? Um artigo sobre este tema foi publicado na respeitável revista científica The New England Journal of Medicine e deveria ser leitura obrigatória não só dos médicos, mas também de toda a sociedade.
Há uma crescente pressão social em torno do exercício da profissão médica. Cobra-se do profissional excelência de atendimento e constante atualização. Além do mais, a imagem social que se tem do médico é de um profissional rico, bem remunerado, intelectualmente acima da média, trabalhando em ambiente limpo, arejado e sofisticado.
Na realidade do médico, seu dia-a-dia é de exaustivo trabalho, geralmente dentro de unidades de atendimentos lotadas e em contato com pacientes que não melhoram por dificuldades muito mais sociais do que patológicas.
Não adianta prescrever medicamentos que não podem ser comprados... Não adianta aplicá-los para quem não tem o que comer e nem onde dormir.
Para piorar, os hospitais são sucateados, mal aparelhados. Culpa de diretores? Das gerências? Na grande maioria não! A grana vem lá de cima!
Os diretores de hospitais e prontos-socorros têm é muito jogo de cintura; tiram leite de pedra! E para completar existem as cidades parasitas, que “usam” suas cotas para saúde apenas para “transportar” doentes a hospitais de cidades maiores, se “livrando” da responsabilidade da saúde de sua população.
Com o uso abusivo, não há parede, porta, equipamento que aguente! Vira sucata mesmo! E a equipe de saúde se amontoa também nessa sucata! Os médicos convivem com os fantasmas da baixa remuneração dos seus serviços e das dificuldades de atualização e reciclagem pelos altos custos envolvidos.
E ainda tem a dificuldade de ser liberado dos plantões para participar de cursos! Pessoal insuficiente... Não tem substitutos... Não entendo, é inversão de valores... A vida da maioria dos médicos depende de escalas de plantões! Natal, Ano Novo, Carnaval... e por aí vai!
É disseminada na sociedade brasileira a falsa impressão de que ser médico é sinônimo de status social. As coisas não são bem assim. Hoje um médico tem, em média, três empregos. E faz pelo menos três plantões semanais. Portanto, há um grande descompasso entre aquilo que a sociedade pensa e o que o médico realmente é.
Entre os profissionais da medicina, os índices de alcoolismo, de depressão, de divórcio, de suicídio, de fadiga crônica, de hipertensão arterial e de úlcera péptica são altamente elevados. É o que chamamos de doenças profissionais.
O afastamento da família em virtude de sua extensiva carga horária é o fator principal de problemas emocionais intensos. E para piorar as coisas, o médico também se vê às voltas com processos na Justiça e frequentemente sofre agressões verbais ou físicas por parte de pacientes ou de familiares descontrolados em seu desespero.
Em minha opinião, é preciso que a sociedade se envolva mais nos problemas da classe médica. Não apenas para criticar ou para cobrar excelência no atendimento, mas também para exigir do governo, em contrapartida aos altos impostos pagos, mais dinheiro para a compra de equipamentos e de medicamentos, treinamento adequado de pessoal, construção de novas unidades de atendimento e uma política justa de remuneração dos profissionais da área de saúde.
O atendimento ao usuário pode não ser de todo bom, todos sabemos. Mas a culpa não deve ser colocada nos profissionais de saúde, que são apenas parte da engrenagem defeituosa. E não se contam as vidas salvas, as doenças curadas, as seqüelas evitadas. Só se contam as perdas.
Médico não é Deus, é humano, também erra. O erro inadmissível é negligencia, isso não! A sociedade brasileira precisa se perguntar se é ou não justo remunerar um médico como se remunera outras categorias profissionais equivalentes.
“Qual a que medicina que queremos?” seria um ótimo tema a ser debatido.
Oferecendo infra-estrutura e boa remuneração, todos saem ganhando, principalmente quem não pode pagar pelo atendimento. Um sonho? Sim, um sonho. Mas não é um sonho impossível.
Vamos à luta!
Daniela Maia é médica pediatra, Pós graduada em MBA em Gestão.
Escrito por Salomão Gurgel às 18h48
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Zé Flávio pergunta pela identidade do brasileiro!
Salomao, Tempos atrás li na Folha SP artigo sobre as causas do atraso do Brasil. E tres explicacoes se apresentavam. Uma bem academica, sociologica. x Outra, mais entendivel para mim: Atraimos a cobica do mundo que aqui vem ganhar a vida e de nós. Computadores, Remédios e Carros sao controlados por grupos esgrangeiros. Nada de xenofobia. O homem brasileiro existe? Ou somos sangue indio, branco e negro? O negro africano, o branco portugues e o indio formam o povo brasileiro. Cade a identidade brasileira? Com a palavra os sociologos de plantao. Saudacoes seridoenses, FlavioDedeabel Jose Flavio de araujo | dedeabel@msn.com | dedeabel.zip.net | 20/09/2009 15:30
Escrito por Salomão Gurgel às 17h44
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Doca Pereira fala de "acordões" e "boquinhas" no RN
Antigamente a política do RN tinha dois sistemas políticos que se enfrentavam aguerridamente. Hoje o que se vê é um forte grupo que domina todos os espaços da política do RN. Esse grupo é resultante da junção dos sistemas antagônicos da política do RN de outrora. Uma espécie de acordão entre eles. O que eles fazem: Eles sabem que não podem colocar candidatura única, pois, na política, se faz necessário ocupar todos os espaços, então eles colocam dois candidatos do grupo para se enfrentarem, numa eleição de brincadeirinha, só que no ano seguinte, ao da eleição, eles se juntam tudo de novo, e todo mundo, vencidos e vencedores, pegam uma "boquinha no governo". Essa é que é a história. Atualmente, do PSDB ao PT, todo mundo pega uma boquinha no governo do estado, atualmente. Doca Pereira | doca_doscoco@ig.com.br | 20/09/2009 10:51
Escrito por Salomão Gurgel às 17h34
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Nossas lideranças “corroídas” são filhas da nossa gente!
Se você chegasse lá, iria corromper, também! Roubaria com o maior cara-de-pau... Pelo menos, uns 75-80% fariam assim. Dizem pesquisas sociológicas. Ora, os outros fazem, por que não eu? Assim, a bandalheira se espraia pelo Brasil a fora! Dizem que o Poder é corruptor: o cabra é bom, puro, legal e honesto. Mas, quando chega lá,fica ruim, impuro, ilegal, desonesto e ladrão. Mas não é verdadeiro: somos uma sociedade enxertada pelos vírus da corrupção e da desonestidade. Quando lá chegamos, pelo menos uma parcela expressiva, encontramos um bom caldo-de-cultura: aí o mal prospera, se propaga e apodrece, cada vez mais, o já corroído tecido social brasileiro. É assim que as pessoas, investidas de poderes pelos seus concidadãos- eleitores, corrompem o Poder. Em casa, desde cedo, filhos pequenos aprendem com seus pais a “arte” da esperteza e de levar vantagem em tudo: já saímos para o mundo bem preparados. E vamos nos fazer! Vale tudo... O feio é perder! De nada nos envergonhamos! Aprendemos que vergonha na cara não vale nada... Se todos somos cretinos, ou quase todos, pra que escrúpulos? Leis, normas, sentenças fazem parte do Espetáculo do Faz-de-Contas. Divirta-se e acredite se quiser. Nada de mais vai acontecer. A maioria podre sempre estará ao lado do transgressor, do bandido, do estuprador, do pedófilo, do assaltante, pois incorpora todas essas qualidades... Oh, não é bem assim! – dirá um otimista idiota, pousando de filósofo da bem-aventurança do ser humano... Mas! Se não levarmos em consideração a falsa concepção de que somos a imagem e semelhança de Deus, chegaremos a conclusão da bestialidade e da perversidade da natureza humana! Só percebemos tal infâmia, quando produzimos frutos bem maiores e expressivos, exemplo de ruindade e degeneração: Hitler, Mussolini, Stálin, Nero, etc. e etc. Aqui e acolá, se produz uma anomalia do “bem”: Cristo, Gandhi e alguns poucos. Mas procuramos eliminá-los o mais rápido possível!
Escrito por Salomão Gurgel às 23h49
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